A ligação da família Vaz Pinto ao Burgo remonta ao século XVII, à antiga Vila Meã do Burgo, um pequeno concelho medieval, ao qual a Rainha D. Mafalda concedeu carta de foral no ano de 1229.
A casa atual nasceu de uma reconstrução total , empreendida entre 1800 e 1805, por Bernardino António Teixeira Vaz Pinto (1766-1834), último capitão-mor de Arouca.
A Casa do Burgo pertence hoje a uma sociedade criada por um grupo de vinte e três descendentes – filhos, netos e bisnetos – de Mafalda e José Augusto Vaz Pinto, que se juntaram neste projeto para preservar e dar uma nova vida a este património da família: a casa com os seus recheio e pertences; o jardim, as latadas e o pomar; a eira e o seu espigueiro; os terrenos agrícolas.
Apesar de ter sido objeto de uma reabilitação profunda, procuramos manter o ambiente e o charme da casa, as memórias de todos aqueles – tios, irmãos, primos e primas – que tantas férias e dias festivos nela passaram. São os mesmos seis quartos ligados por um corredor, a casa de jantar e duas salas amplas, uma sala pequena e um escritório, no primeiro andar; uma sala e duas camaratas, no piso de baixo.
A casa pode acomodar até vinte e oito pessoas: tem 1 quarto com 2 camas e casa de banho privativa; 4 quartos com cama de casal; 1 quarto com 2 camas; 2 camaratas com 4 camas duplas cada; 5 casa de banho comuns. É por isso o lugar ideal para passar férias e fins de semana com a família, com grupos de amigos, fazer retiros ou encontros de profissionais.